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domingo, 9 de setembro de 2012

Dia da Alfabetização


                                     
O dia mundial da alfabetização é comemorado em 8 de setembro.
A alfabetização é o processo que desenvolve as habilidades de leitura e de escrita de um sujeito, tornando-o capaz de identificar e decifrar os códigos escritos.
O índice de cidadãos alfabetizados de um país indica o nível de desenvolvimento do mesmo. Quanto mais pessoas analfabetas, menos desenvolvimento. Isso faz com que governantes procurem favorecer suas estatísticas, criando projetos que melhorem essas taxas, mas não garantem o aprendizado, como a educação por ciclos, onde os alunos não podem repetir o ano, sendo aprovados para as séries seguintes, mesmo apresentando grandes deficiências.
Os métodos mais utilizados no processo de alfabetização normalmente levam os nomes de seus precursores. Jean Piaget, Montessori, e Paulo Freire são exemplos disso.
A comemoração da data no Brasil acontece desde 1930, no dia 14 de novembro, data da fundação do Ministério da Educação e Saúde Pública. Foi uma importante conquista do governo de Getúlio Vargas, que havia acabado de tomar posse.
A criação do ministério visava promover o ensino primário e combater o analfabetismo no país.

Dia da Alfabetização

Atividades para colorir












Dia da Alfabetização

Lembrancinhas para o Dia da Alfabetização

Marcador de livro com as iniciais do nome


































sábado, 1 de setembro de 2012

Independência do Brasil


Mural da Independência








Preparando as roupinhas para o Desfile Cível







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Dia da Independência do Brasil


Origem da letra do hino da Independência

Antes mesmo do “Grito do Ipiranga”, por volta de agosto de 1822, um poeta fluminense chamado Evaristo da Veiga, favorável à independência que era, escreveu um poema ao qual intitulou “Hino Constitucional Brasiliense” e o publicou.

O poema teve grande aceitação da Corte e foi musicado por um famoso maestro da época chamado Marcos Antonio da Fonseca Portugal, que havia sido professor de música do jovem príncipe D. Pedro, que após a proclamação da independência passou a ser o Imperador D. Pedro I.

Entretanto, em 1824, o imperador, tendo se afeiçoado pelo poema de Evaristo da Veiga, resolveu ele mesmo compor uma música para os versos, que a partir daí passou a substituir, oficialmente, a música de Marcos Portugal.

Durante o primeiro reinado, esse hino era tocado como canção patriótica por excelência. Valia até como hino nacional, embora não oficialmente.

Após a abdicação de D. Pedro I, com a chegada do segundo reinado e, principalmente, com a proclamação da república, o Hino da Independência foi gradativamente sendo deixado de lado.

No centenário da independência, em 1922, ele voltou a ser executado, mas não com a melodia de D. Pedro I e sim com a de Marcos Portugal.

Foi somente durante a era Vargas (1931-1945), que a música composta por D. Pedro I foi reestabelecida como a melodia oficial do poema de Evaristo da Veiga, tornando-se oficialmente o “Hino da Independência do Brasil”.


Hino da Independência

Evaristo Ferreira da Veiga

Já podeis da Pátria filhos,

Ver contente a mãe gentil;
Já raiou a liberdade
No horizonte do Brasil
Já raiou a liberdade,
Já raiou a liberdade
No horizonte do Brasil.

Brava gente brasileira!

Longe vá temor servil
Ou ficar a Pátria livre
Ou morrer pelo Brasil;
Ou ficar a Pátria livre,
Ou morrer pelo Brasil.

Os grilhões que nos forjava

Da perfídia astuto ardil,
Houve mão mais poderosa,
Zombou deles o Brasil;
Houve mão mais poderosa
Houve mão mais poderosa
Zombou deles o Brasil.

Brava gente brasileira!

Longe vá temor servil
Ou ficar a Pátria livre
Ou morrer pelo Brasil;
Ou ficar a Pátria livre,
Ou morrer pelo Brasil.

Não temais ímpias falanges

Que apresentam face hostil;
Vossos peitos, vossos braços
São muralhas do Brasil;
Vossos peitos, vossos braços
Vossos peitos, vossos braços
São muralhas do Brasil.

Brava gente brasileira!

Longe vá temor servil
Ou ficar a Pátria livre
Ou morrer pelo Brasil;
Ou ficar a Pátria livre,
Ou morrer pelo Brasil.

Parabéns, ó brasileiros!

Já, com garbo varonil.
Do universo entre as nações
Resplandece a do Brasil;
Do universo entre as nações
Do universo entre as nações
Resplandece a do Brasil.

Brava gente brasileira!

Longe vá temor servil
Ou ficar a Pátria livre
Ou morrer pelo Brasil;
Ou ficar a Pátria livre,
Ou morrer pelo Brasil.


Independência do Brasil


A Independência do Brasil é um dos fatos históricos mais importantes de nosso país, pois marca o fim do domínio português e a conquista da autonomia política. Muitas tentativas anteriores ocorreram e muitas pessoas morreram na luta por este ideal. Podemos citar o caso mais conhecido: Tiradentes. Foi executado pela coroa portuguesa por defender a liberdade de nosso país, durante o processo da Inconfidência Mineira.
Após o Dia do Fico, D. Pedro tomou uma série de medidas que desagradaram a metrópole, pois preparavam caminho para a independência do Brasil. D. Pedro convocou uma Assembléia Constituinte, organizou a Marinha de Guerra, obrigou as tropas de Portugal a voltarem para o reino. Determinou também que nenhuma lei de Portugal seria colocada em vigor sem o " cumpra-se ", ou seja, sem a sua aprovação. Além disso, o futuro imperador do Brasil, conclamava o povo a lutar pela independência.
O príncipe fez uma rápida viagem à Minas Gerais e a São Paulo para acalmar setores da sociedade que estavam preocupados com os últimos acontecimento, pois acreditavam que tudo isto poderia ocasionar uma desestabilização social. Durante a viagem, D. Pedro recebeu uma nova carta de Portugal que anulava a Assembléia Constituinte e exigia a volta imediata dele para a metrópole.
Estas notícias chegaram as mãos de D. Pedro quando este estava em viagem de Santos para São Paulo. Próximo ao riacho do Ipiranga, levantou a espada e gritou : " Independência ou Morte !". Este fato ocorreu no dia 7 de setembro de 1822 e marcou a Independência do Brasil. No mês de dezembro de 1822, D. Pedro foi declarado imperador do Brasil.

Primeira bandeira brasileira após a Independência.


domingo, 26 de agosto de 2012

25 de agosto - Dia do Soldado



O dia do soldado é comemorado em 25 de agosto. Esta data foi escolhida em homenagem a um grande militar brasileiro (Duque de Caxias), que nasceu no mesmo dia, no ano de 1803, na Vila de Porto Estrela, Rio de Janeiro, hoje mais conhecida como Duque de Caxias.
Luis Alves de Lima e Silva era o seu nome verdadeiro e, como patrono do Exército do Brasil, lutou muito pelo nosso país, para defender nossos direitos, fazendo grandes conquistas.

“Sigam-me os que forem brasileiros”
é a célebre frase do Soldado Brasileiro,
Luís Alves de Lima e Silva, o Duque de Caxias, na guerra do Paraguai.

VELHO BORZEGA
Meu borzega esfolado,
dos tempos da mocidade,
de sola gasta em paradas,
nas alvoradas sem fim.
Biqueira empinada, bonita,
como cavalo de chefe,
talão comido de um lado,
de tanto se apresentar.
Quando te vejo acabado,
envelhecido de usar,
não sei por que me entristeço,
e quase me ponho a chorar.
O salto que era tão forte,
a cor preta traquejada,
não tem mais aquele garbo
da praça rijo que fui.
Te recordo meu borzega!
Como se fosse meu corpo,
batendo no chão com cadência
pros outra entusiasmar.
Velho borzega estropiado
de tanto serviço e instrução,
refletes o viver do soldado
com toda recordação.
Hoje ao te ver empoeirado,
no canto do meu porão,
não posso impedir, baixo os olhos
e me ponho a recordar.
Quando te recebi na reserva,
duro como instrutor,
eras como a nossa mocidade,
que parece não se acabar.
E agora velho borzega?
Que volto a te contemplar,
percebo, não és bem de couro
como era o meu pensar.
É que de repente me vejo
em ti, que agora não brilhas
com muito mais nitidez,
do que nos tempos de outrora.
Então entendo, borzega velho,
desmontado pelo usar
porque durante esses anos
eu evitava de te olhar.
É que me recordando o passado
dos tempos de militar,
representas um espelho,
onde envelheço ao meu olhar.
Autor: Pedro Américo Leal
Enviado por: Manoel Rubens


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